A resposta da mudança de comportamento que você procura pode estar na amor próprio que você cultiva Curitiba
Você sabia que amor próprio pode fazer toda a diferença na modulação de humor e mudanças de padrões?
A Neurociência por trás do amor próprio:
cada vez mais evidencias de como o amor próprio altera nosso funcionamento cerebral e como a autocompaixão ressoa em nossos corpos.
Regiões como o córtex cingulado anterior e o córtex pré-frontal ventromedial desempenham papéis essenciais no processamento emocional. Quando cultivamos o amor-próprio, essas regiões se tornam mais ativas, significando seu papel crucial em nossas autoafirmações e introspecções positivas.
Exercício prático: Comece um diário de gratidão. Todas as noites, anote pelo menos uma coisa pela qual você é grato.
Essa prática estimular os centros de recompensa no cérebro, reforçando emoções positivas.
Auto abraço: Quando você de abraça, se toca com carinho você libera Oxitocina, também conhecida como o hormônio do amor, que não se limita somente há abraços românticos. Esse hormônio se destaca nos momentos de compaixão com si mesmo e com os próximos. Todo toque físico libera Oxitocina. Ela ajuda na promoção da confiança, redução do medo e estabelecimento de vínculos emocionais saudáveis inclusive consigo mesmo!
Pesquisas indicam que o amor próprio aumenta inclusive a resposta do nosso sistema imune deixando mais forte e robusto no enfrentamento de patologias.
Devido a Neuroplasticidade do nosso cérebro ao praticarmos o amor-próprio rotineiramente, reprogramamos nosso cérebro para adotar uma autopercepção mais positiva, tornando o amor-próprio um comportamento natural e arraigado.
